quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Saema e Educação trazem Ecobus para Araras - Terça-feira, 6 de Outubro de 2009

Saema e Educação trazem Ecobus para Araras
Ônibus Ambiental faz parte das comemorações da Semana da Criança

O Departamento de Meio Ambiente do Saema e a Secretaria de Educação, em parceria com a Associação Barco Escola da Natureza, trazem para Araras o Ecobus - Ônibus Voluntário Ambiental de Americana.

O evento acontece nesta sexta-feira (9), das 9h às 16h, na Praça Barão de Araras, em frente à igreja Matriz. A presença do ônibus faz parte das comemorações da Semana da Criança, como uma oportunidade de se aprender educação ambiental de forma dinâmica e interessante.

O Ecobus estará o dia todo à disposição da comunidade, com um mural informativo, fotos relacionadas às problemáticas ambientais, local e global, além de videoteca e doação de mudas fornecidas pela CPFL.

Ainda dentro do ônibus, haverá a Sala Verde, um projeto do Ministério do Meio Ambiente, em parceria com o Barco Escola, que conta com acervo de livros para pesquisas e consultas, à disposição de todos os visitantes.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Educação visita Projeto Criança Ecológica

Educação visita Projeto Criança Ecológica
Programa tem o objetivo de desenvolver o tema meio ambiente nas escolas municipais de Araras

A secretária de Educação Rosemeire Mudnutti, coordenadores e professores da rede de ensino municipal visitaram na última quarta-feira (30), a Villa Ambiental e o espaço interativo do Projeto Criança Ecológica, no Parque Villa Lobos, em São Paulo.

Essa foi a segunda visita organizada pela Secretaria de Educação e pelo Departamento de Meio Ambiente do Saema, em parceria com a Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo. A primeira visita aconteceu no dia 23 de setembro, também com o objetivo de conhecer o trabalho lá desenvolvido para a implantação do tema meio ambiente no 4º e 5º ano da rede municipal de ensino.

O próximo passo será o desenvolvimento do projeto em HTPC – horas de trabalho pedagógico – nas unidades escolares, quando os professores e coordenadores serão orientados pela Secretaria de Educação e pelo Departamento de Meio Ambiente do Saema.

Segundo a secretaria de Educação Rose Mudnutti, as visitas têm como proposta informar, sensibilizar e conscientizar os coordenadores e professores, sobre os conceitos básicos da Agenda Ambiental, com vistas ao Projeto Município Verde/Azul, que está sendo implantado em Araras.

O programa tem início em outubro e segue até dezembro de 2010, com atividades multidisciplinares aos alunos, cursos para os professores e visitas em ambientes que estimulam a preservação ecológica.

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Mudanças aceleradas

Mudanças aceleradas

Relatório do Pnuma indica que impactos das mudanças climáticas estão mais intensos e ocorrendo mais rapidamente do que havia sido estimado pelo IPCC e destaca importância da COP15 (foto: F.D.Bene/Wikipedia)

Especiais

Mudanças aceleradas

29/9/2009

Agência FAPESP – O Quarto Relatório de Avaliação do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), divulgado em fevereiro de 2007, chamou a atenção dos meios de comunicação e alertou o público em geral de forma inédita sobre um dos mais preocupantes problemas na atualidade.

Mas, de acordo com uma nova análise, as estimativas do relatório podem ter sido modestas. O motivo é que tanto o ritmo como a escala das mudanças climáticas globais já teriam superado o que havia sido previsto há dois anos.

Os impactos estariam chegando mais rapidamente, segundo diversos indicadores, como a perda de gelo nas montanhas e no Ártico ou a acidificação dos oceanos. A conclusão é do relatório Climate Change Science Compendium 2009, divulgado no dia 24 pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma).

Produzido por cientistas de diversos países, o relatório destaca a extrema importância de que a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP15), que será realizada em Copenhague, na Dinamarca, de 7 a 18 de dezembro, chegue a um novo acordo global para o clima para vigorar com o fim do Protocolo de Kyoto, em 2012.

“A COP15 tem importância fundamental para a sobrevivência do planeta, pois só com um esforço coletivo do qual participem todos os países, desenvolvidos, emergentes e em desenvolvimento, será possível estabelecer metas elevadas de redução da emissão de gases de efeito estufa e, efetivamente, atingir essas metas dentro de 20 anos”, disse Carlos Alfredo Joly, professor titular do Instituto de Biologia da Universidade Estadual de Campinas e coordenador do Programa Biota-FAPESP.

O relatório do Pnuma destaca alterações por todo o planeta. Na Europa, além da aceleração do derretimento do gelo nos Alpes e Pirineus, há o aumento da aridez no solo que se espalha do Mediterrâneo para o norte e o deslocamento de espécies vegetais para altitudes mais elevadas.

Água mais ácida que pode corroer uma substância chamada aragonita, fundamental para o crescimento de corais e das conchas de moluscos, chegou à costa da Califórnia, décadas antes do que modelos haviam previsto.

O derretimento de glaciares e mantos de gelo nas regiões polares está mais rápido. No manto da Groenlândia, por exemplo, o derretimento observado recentemente foi 60% superior ao recorde anterior, em 1998.

O relatório destaca que novos estudos apontam que a elevação dos níveis do mar pode ser maior do que se estimava anteriormente. Os aumentos podem chegar a 2 metros até 2100 e de cinco a dezes vezes mais nos séculos seguintes.

Outra preocupação é que alterações drásticas podem ocorrer em algumas décadas, ou antes, em sistemas climáticos importantes, como as monções no Sudeste Asiático, Saara e oeste da África e sistemas que atuam no ecossistema amazônico.

Segundo o relatório, perdas de gelo em montanhas nas regiões tropicais e temperadas afetariam de 20% a 25% da população humana nessas áreas com prejuízos na irrigação e perda de água potável.

Tendências atuais de emissão de dióxido de carbono, de acordo com o documento, poderão levar a uma alteração irreversível nas condições em certas áreas na América do Sul, principalmente no Nordeste do Brasil, incluindo um aumento de 10% na aridez durante a estação mais seca.

O texto destaca ainda que é possível evitar a maior parte dos impactos que serão promovidos pelas mudanças climáticas, mas que isso só ocorrerá durante a existência da civilização atual se houver “ações imediatas, coesivas e decisivas para cortar emissões e auxiliar países mais vulneráveis a se adaptarem”.

Papel do Brasil

“O Climate Change Science Compendium 2009 é um alerta: o tempo de hesitar acabou”, alertou Ban Ki-moon, secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU). “Precisamos que o mundo inteiro realize, de uma vez por todas, que a hora de agir é agora e que devemos trabalhar juntos para enfrentar esse desafio monumental. Esse é o desafio moral de nossa geração”.

O compêndio do Pnuma reúne e revisa dados obtidos por cerca de 400 estudos feitos nos últimos três anos. O objetivo, segundo os responsáveis pelo programa, não é substituir os documentos do IPCC – que prepara o quinto relatório de avaliação –, mas atualizar o mais recente deles.

“O conhecimento científico sobre as mudanças e previsões climáticas tem avançado muito rapidamente desde o relatório do IPCC de 2007”, disse Achim Steiner, subsecretário da ONU e diretor executivo do Pnuma.

Nesse cenário, o coordenador do Biota-FAPESP ressalta a importância fundamental da COP15 e do papel brasileiro na conferência. Segundo Joly, o sucesso do encontro em dezembro passará por uma mudança substancial da postura do Brasil nas negociações, “saindo da defensiva que caracterizou nossa atuação nos últimos dez anos para uma participação propositiva e de liderança”.

“O Brasil é o único país que, em função de sua matriz energética, pode reduzir substancialmente a emissão de gases de efeito estufa sem que isso afete o seu desenvolvimento. Pelo contrário, para o Brasil, reduzir a taxa de emissão de gases de efeito estufa é sinônimo de um novo modelo de desenvolvimento, que tem como um dos sustentáculos uma economia de baixo carbono, baseada nos serviços ambientais da floresta e nos recursos gerados pelo uso sustentável da biodiversidade”, disse Joly à Agência FAPESP.

“Ao pararmos de incinerar nossa rica, e em grande parte ainda desconhecida, biodiversidade, dando uma oportunidade para que as gerações futuras se beneficiem do uso sustentável desse nosso patrimônio natural, estaremos, voluntariamente, atingindo uma meta significativa de redução de emissão de gases de efeito estufa”, afirmou.

O relatório do Pnuma pode ser lido em www.unep.org/compendium2009.

Interação desconhecida

Especiais

Interação desconhecida

Pesquisa investiga como estruturas glandulares de uma planta atuam na interação com insetos e explica para o público em geral a intrincada trama de relações do sistema biológico (Foto: Lucia Paleari)

Interação desconhecida

30/9/2009

Por Alex Sander Alcântara

Agência FAPESP – Pesquisadores do Instituto de Biociências da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em Botucatu (SP), em parceria com colegas de outras universidades, têm investigado a espécie Croton glandulosus para tentar compreender as interações entre as plantas e os insetos que são atraídos pelas secreções existentes nas folhas e flores.

Paralelamente ao processo de investigação científica, o projeto – que envolve cientistas da Universidade de São Paulo (USP), em Ribeirão Preto, e da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) – também inclui um experimento de divulgação científica, revelando para o público, em especial alunos do ensino médio e professores de ciências e biologia, a intrincada trama de relações entre os seres vivos desse sistema biológico.

A pesquisa, intitulada “Papel das estruturas glandulares de Croton Gladulosus na interação tritrófica: plantas, predadores de sementes pré-dispersão e respectivos parasitóides – uma proposta de estudo interdisciplinar, produção de material didático e divulgação científica”, é apoiada pela FAPESP por meio da modalidade Auxílio à Pesquisa – Regular.

De acordo com a coordenadora do projeto, Silvia Rodrigues Machado, professora adjunta do Instituto de Biociências da Unesp, a Croton glandulosus é uma planta ruderal, ou seja, cresce em terrenos baldios. E não costuma ultrapassar os 80 centímetros de altura.

Segundo ela, as correlações entre as estruturas glandulares, secreções e dinâmica das espécies visitantes – como abelhas, formigas e moscas – foram até o momento, pouco exploradas. E, no caso de Croton galdulosus, nada se conhece a respeito.

“Embora a caracterização morfológica de estruturas secretoras tenha sido realizada para uma grande variedade de plantas, estudos integrados, com enfoque funcional e ecológico com a Croton glandulosus, são escassos, especialmente no que se refere às plantas nativas dos diferentes biomas brasileiros”, disse à Agência FAPESP.

Até agora a pesquisa conseguiu mapear algumas espécies “visitantes” que se alimentam de secreções, seiva e partes vegetativas da planta – folhas, caule e frutos – e pólen, com destaque para pequenas abelhas como a jataí (Tetragonisca angustula), moscas, formigas e outros insetos.

As estruturas secretoras são compostas de células individualizadas ou conjunto de células envolvidas em processo de síntese, compartimentalização e liberação de substâncias específicas, como néctar, sais, proteínas, látex ou óleo.

“A diversidade de estruturas secretoras nessa espécie, de acordo com as análises preliminares, é bem maior do que a citada em literatura para outras plantas desse gênero. Ainda assim, diferentes estruturas foram reunidas em uma classificação que assume a todas elas como sendo nectários”, destacou Silvia.

Segundo ela, devido ao desconhecimento da gênese das modificações sofridas pelas substâncias no corpo da planta, autores adotam critérios distintos para classificar as estruturas secretoras, razão da divergência dos termos utilizados na literatura.

“As estruturas secretoras externas assumem grande importância ecológica uma vez que muitas das substâncias produzidas atuam na atração e manutenção de organismos associados. Isso é o que se observa na Croton glandulosus cujas estruturas secretoras externas, morfologicamente diversificadas e abundantes, são base de sustentação da comunidade de animais visitantes”, disse.

Mas essa espécie apresenta também estruturas secretoras internas, que produzem óleos e látex que constituem uma barreira química e física contra a ação de herbívoros, de fungos e bactérias.

“Estudar as estruturas secretoras é importante porque elas atuam na defesa química das plantas protegendo órgãos e estruturas jovens contra herbívoros e exercem papel relevante em interações biológicas como polinização e dispersão. A diversidade dessas estruturas na Croton glandulosus faz dessa espécie um bom modelo esses estudos”, disse.

Divulgação científica

Lucia Paleari, professora no departamento de Educação do Instituto de Biociências da Unesp e outra autora do estudo, destaca que a vertente da divulgação científica foi incluída no estudo a fim estimular pesquisadores a acompanhar a evolução teórica dos temas.

O grupo que atua na pesquisa vem divulgando os dados de diversas maneiras, cuidando especialmente da linguagem e da forma de apresentação, com uso de imagens. “Desejamos atingir pessoas de diferentes formações e idades, condições econômicas e físicas, leigos e até mesmo aqueles que não gostam de ler”, disse Lucia.

Em 2008, o grupo lançou um evento intitulado “Experimentando ciências: doce sabor da vida”, que integrou alunos de graduação e professores em Botucatu. Os licenciandos em ciências biológicas foram orientados a produzir materiais didáticos, pedagógica e cientificamente adequados, com o auxílio de professores especialistas de diversas disciplinas, para compor instalações interativas.

“Ficou patente, inclusive por meio de depoimentos de visitantes, que o pouco conhecimento sobre espécies de plantas e animais do Brasil se agrava quando tratamos de plantas que povoam terrenos baldios, como a Croton glandulosus. Por outro lado, ouvimos pessoas maravilhadas ao se darem conta das interrelações, a partir de adaptações sofisticadas, riqueza de detalhes comportamentais, estruturais, fisiológicos e bioquímicos da planta e dos insetos a ela associados”, disse a professora.

Recentemente, o grupo lançou um blog na internet com informações básicas sobre o projeto e um vídeo com imagens e texto especialmente preparado para que qualquer pessoa leiga possa conhecer e ter a “dimensão da intrincada trama de relações entre os seres vivos desse sistema biológico, bem como de entender, ainda que não pormenorizadamente, o que motiva e orienta uma pesquisa científica”, segundo Lucia.

Os resultados obtidos até o momento, de acordo com a pesquisadora, são reveladores de um sistema altamente complexo envolvendo interações multitróficas entre aCroton glandulosus e insetos associados. A classificação das diferentes estruturas glandulares depende de estudos histoquímicos e ultra-estruturais detalhados que estão em andamento.

“A complexidade do sistema é um fenômeno surpreendente, que está relacionado diretamente às estruturas secretoras. Até mesmo os predadores de sementes partilham o recurso manifestando hábitos alimentares particulares, que devem implicar em variações, até mesmo na proporção de gênero, maneira de esquivar-se ou de incorporar compostos secundários presentes no tegumento da semente, endosperma e embrião”, disse.

Lucia destaca a dificuldade de identificar espécies de animais, devido à falta de especialistas. No caso dos insetos a situação se agrava por se trata de uma classe numerosa e com grande quantidade ainda não descrita.

“Por essa razão e também porque temos uma quantidade bastante grande de insetos associados à Croton glandulosus, até o momento não foi possível obter a identificação específica da maioria dos exemplares coletados”, disse.

Mais informações: http://projetocroton.blogspot.com/

Funcionários da Educação visitam o Parque Villa Lobos

Funcionários da Educação visitam o Parque Villa Lobos
Visita é o primeiro passo para implantar o tema Meio Ambiente nas escolas municipais de Araras

Na última quarta-feira (23), funcionários da rede municipal de educação estiveram conhecendo a Villa Ambiental e o espaço interativo do Programa Criança Ecológica, no Parque Villa-Lobos, em São Paulo. Nesta quarta-feira (30), mais 30 funcionários, entre professores e coordenadores estarão visitando as instalações do local.

Essas visitas estão sendo organizadas pelo Departamento de Meio Ambiente do Saema e a Secretaria Municipal de Educação, em parceria com a Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo. “Elas tem como proposta informar, sensibilizar e conscientizar os coordenadores e professores, sobre os conceitos básicos da Agenda Ambiental, com vistas ao Projeto Município Verde/Azul, que está sendo implantado em Araras”, comentou a diretora do Serviço de Educação Ecológico, Marilza Luiza dos Santos Franco.


A secretaria Municipal de Educação, Rose Mudnutti, disse também que as visitas são o primeiro passo para implantar o tema Meio Ambiente nas escolas da rede municipal de Araras. “A princípio, vamos trabalhar com alunos de 5º ano (antiga 4ª série), mas futuramente também pretendemos expandir para toda a rede”, enfatizou.

O Villa Ambiental no Parque Villa-Lobos foi o primeiro espaço interativo do Programa Criança Ecológica. Abordando o tema "Aquecimento global e educação para a vida: um alerta para o futuro", o espaço dividido em pavilhões expositivos, interativo e oferece ferramentas pedagógicas e cenografia capazes de receber excursões de alunos, fornecendo um aprendizado em diversas atividades, incluindo atividades externas pelo parque.

“A visita foi muito importante para colhermos subsídios e idéias, que podem ser implantada em Araras”, finalizou a diretora Marilza Franco.

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Peso da poluição

Especiais

Peso da poluição

28/9/2009

Por Alex Sander Alcântara

Agência FAPESP – Uma nova pesquisa reforça trabalhos anteriores ao apontar a poluição ambiental como uma das causas do baixo peso em crianças recém-nascidas. O estudo, feito por pesquisadores da Universidade de Taubaté (Unitau), em São Paulo, destacou o papel de poluentes – entre os quais ozônio e dióxido de enxofre – como fatores de risco para o baixo peso de bebês.

Os resultados foram descritos em artigo na revista Cadernos de Saúde Pública, da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca da Fundação Oswaldo Cruz.

Os autores do artigo são Luiz Fernando Nascimento, professor do Departamento de Medicina da Unitau, e o aluno de graduação Douglas Amaral Moreira. A pesquisa foi feita no âmbito do projeto “Análise espacial de agravos à saúde no vale do Paraíba”, que tem apoio da FAPESP na modalidade Auxílio a Pesquisa – Regular.

Diferentemente de estudos anteriores, que foram feitos em metrópoles como São Paulo, desta vez o foco foi uma cidade de médio porte, no caso São José dos Campos (SP), que tem cerca de 615 mil habitantes.

A pesquisa apontou que 3,95% dos recém-nascidos apresentaram redução no peso devido aos poluentes, principalmente ao ozônio. Segundo Nascimento, o recorte do estudo considerou apenas mães classificadas como saudáveis dentro dos critérios estabelecidos pelo Ministério da Saúde. Foram usados dados de 2.529 mulheres relativos a 2001.

“O estudo recortou perfis de mulheres entre 20 e 34 anos, que tinham concluído o ensino médio, realizado no mínimo sete exames pré-natal e tiveram gestação entre 37 e 41 semanas, gravidez única e parto normal. Com isso, pudemos saber que o baixo peso não se devia a outras causas”, afirmou.

O estudo usou dados ambientais da Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb). Foram montados bases da dados com informações acumuladas sobre a exposição trimestral aos poluentes, de modo a permitir um efeito cumulativo e estimar a resposta a cada susbstância.

Para cada dia analisado de ocorrência de nascimentos de bebês com baixo peso, os pesquisadores consideraram os valores totais para os 90 dias anteriores para cada poluente.

De acordo com Nascimento, como o estudo trabalha com população (recorte ecológico) e não com o indivíduo, não há identificação da mãe nem do bebê com baixo peso. “Trabalhamos com dados secundários do Sistema de Informação dos Nascidos Vivos (Sinasc), que apresenta muitas variáveis do registro dos nascidos vivos. Esse registro, no entanto, não traz alguns dados importantes como se a mãe fuma ou não, por exemplo, uma vez que o fumo é um agente importante na gênese do baixo peso”, ressaltou.

Nascimento indica que existe um volume considerável de trabalhos que relacionam a poluição a problemas respiratórios e doenças cardiovasculares, mas que ainda há muito poucos que analisam as possíveis relações com o baixo peso em recém-nascidos.

Um dos trabalhos destacados pelo pesquisador foi coordenado por Nelson da Cruz Gouveia, professor do Departamento de Medicina Preventiva da Faculdade de Medicina (FM) da Universidade de São Paulo (USP), que indicou que a poluição do ar aumenta em 50% o risco de morte de recém-nascidos na cidade de São Paulo.

O estudo de Gouveia e Andréa Peneluppi de Medeiros, atualmente professora da Universidade de Taubaté, verificou que de uma amostra de 311.735 nascimentos, 4,6% dos recém-nascidos apresentaram menos de 2,5 quilos ao nascer.

Pesquisas importantes e pioneiras na área tem sido conduzidas há duas décadas por Paulo Hilário Saldiva, professor do Departamento de Patologia da FMUSP, que demonstraram, entre outras conclusões, que nos dias mais poluídos morrem mais bebês em gestação na capital paulista.

Saldiva coordenou o Projeto Temático “O impacto das exposições intrauterina e nas fases iniciais do desenvolvimento pós-natal aos poluentes atmosféricos no desenvolvimento de alterações adversas na vida adulta”, apoiado pela FAPESP e concluído em 2008, e atualmente é coordenador do Instituto Nacional de Análise Integrada de Risco Ambiental, um dos Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia (INCTs), que no Estado de São Paulo são apoiados pela FAPESP por meio da modalidade Auxílio à Pesquisa - Projeto Temático.

“Estudar o baixo peso nos recém-nascidos é importante porque se trata de um dos principais fatores de risco. Ainda é bastante alta a prevalência dos risco de óbitos no primeiro ano de vida da criança”, disse Nascimento.

Mecanismo obscuro

Nascimento aponta que o mecanismo de atuação da poluição no baixo peso dos recém-nascidos ainda é obscuro. “Temos modelos de análise mostrando como o ozônio atua no trato respiratório, mas muito poucos em relação ao crescimento”, disse.

Mas o estudo lança algumas hipóteses. A poluição por ozônio poderia provocar um aumento na viscosidade do sangue, comprometendo o fluxo sanguíneo na placenta que leva nutrientes para o feto. Ou seja, o efeito do ozônio, que é um oxidante poderoso, pode envolver mecanismos inflamatórios.

“A gravidez é acompanhada por um aumento da ventilação alveolar. E a hiperventilação resulta no aumento da absorção do ozônio, com uma resposta inflamatória e a liberação de produtos de peroxidação lipídica e citocinas. Esses agentes podem afetar a circulação na placenta e colocar em risco o crescimento fetal”, indicou.

O ozônio é um poderoso oxidante que participa nas reações extra e intracelulares, com o envolvimento de importantes enzimas metabólicas. Ele contribui para o agravamento de doenças respiratórias preexistentes e para o aumento de hospitalizações e visitas a emergências durante as crises respiratórias.

“O ozônio é um poluente secundário. Ele é originado da ação da radiação ultravioleta nos poluentes da combustão dos motores de álcool, gasolina e diesel, por exemplo. E a alta concentração é registrada em picos durante o dia, entre 10 da manhã e 4 da tarde. Daí a total contra-indicação de atividade física nesses horários, mesmo em lugares arborizados como parques”, disse Nascimento.

O professor da Unitau conta que a pesquisa prosseguirá de forma ampliada. “Esse estudo foi realizado em um período de um ano. Agora vamos continuá-lo, estendendo o tempo para dois anos”, disse.

Para ler o artigo Os poluentes ambientais são fatores de risco para o baixo peso ao nascer?, disponível na biblioteca on-line SciELO (Bireme/FAPESP), de Luiz Fernando Nascimento e Douglas Moreira clique aqui.

domingo, 27 de setembro de 2009

EMEF Thereza Colette Ometto realiza caminhada ecológica

EMEF Thereza Colette Ometto realiza caminhada ecológica
Evento faz parte do Plano de Ação voltado a Educação Ambiental

A EMEF Thereza Colette Ometto realiza nesta sexta-feira (25), às 9h, uma caminhada ecológica com participação da fanfarra da escola e de cerca de 300 alunos do período da manhã.

O evento faz parte do Plano de Ação para reorganização da transversalidade da Educação Ambiental em seu currículo vigente, atendendo a agenda da Diretiva de Educação Ambiental e buscando estar em sintonia com a I Conferência Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade.

Também nesta sexta, os alunos do 2º Ano a 4ª Série, realizarão o Teatro da Primavera, com boas vindas a nova estação. Além da caminhada e do teatro, a escola está promovendo, segundo orientação da Secretaria de Educação, outras ações de caráter ambiental, como a proposta de transversalidade/ação no conteúdo que está sendo desenvolvido em sala de aula, inserção no Projeto Município Verde Azul – conscientização da Agenda Ambiental, participação no plantio de árvores na Represa Água Boa e na própria escola, Projeto Primavera da Secretaria de Educação, Torneio de Futebol “Jogando Limpo”, Concurso de Frases, Campanha Lixo Mínimo, reaproveitamento de materiais pa ra decoração da escola, Saudação à Primavera – apresentação de poesia e performance da 8ª série da EJA, e a Oficina de Natal com material reciclado.

Ainda faz parte da programação ambiental da escola o Sarau do Meio Ambiente, que está agendado para o dia 26 de novembro, no Centro Cultural. Segundo a diretora da EMEF Thereza Colette Ometto, Eliana Prado, “a escola está consciente de sua função social, procurando despertar por atos educativos, ações pessoais e coletivas, um novo olhar e novas atitudes que reduzam a agressão humana ao meio natural. Portanto, os ensinamentos e as demonstrações realizadas neste projeto precisam ser contínuas e, na medida do possível, aperfeiçoadas a cada ano letivo, pois a responsabilidade pelo meio ambiente cabe a todos os seres humanos”.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Inscrições para concursos públicos iniciam nesta quinta-feira

Inscrições para concursos públicos iniciam nesta quinta-feira
São 454 vagas com salários de R$ 578 a R$ 2.030

Começam às 9h desta quinta-feira (24) as inscrições para os três concursos públicos da Prefeitura de Araras. São 454 vagas distribuídas em 20 cargos e as oportunidades são para candidatos de todos os níveis de escolaridade. Os salários variam de R$ 578 a R$ 2.030 dependendo da função.

As inscrições seguem até o dia 13 de outubro e deverão ser feitas exclusivamente pela internet, no endereço eletrônico www.faperp.org.br/araras, da Fundação de Apoio à Pesquisa e Extensão de São José do Rio Preto, responsável pelos concursos.

Por meio dos links referentes aos concursos públicos, o candidado deve preencher a Ficha de Inscrição, transmitir os dados pela internet, imprimir o boleto bancário e efetuar o pagamento da taxa de inscrição que varia de R$ 18 a R$ 39, com exceção para os cargos de serventes masculinos e femininos, que são isentos.

Os boletos poderão ser pagos em qualquer agência bancária ou nas casas lotéricas até o dia 14 de outubro e as inscrições somente serão confirmadas após a comprovação do pagamento do boleto bancário.

Para candidatos sem acesso à internet, a Prefeitura disponibilizará, gratuitamente, entre os dias 28 deste mês a 13 de outubro, exceto aos sábados, domingos feriados e pontos facultativos, das 9 às 18 horas, posto de informações e inscrições, na Biblioteca Municipal “Martinico Prado”, localizada na praça Dr. Narcizo Gomes, s/nº., Centro.

Do total de vagas disponíveis no concurso público, 111 são para agentes de saúde e 250 para serventes (160 masculino e 90 feminino), mas também estarão sendo contratados dentistas, técnicos de imobilização, técnicos em nutrição, farmacêuticos, psicólogos, terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogos, engenheiros de segurança do trabalho, dentistas, nutricionistas, auxiliares de enfermagem, agentes de combate a endemias, eletricistas de autos, encanadores, funileiros, mecânicos de manutenção e pedreiros.

Os locais e horários das provas serão publicados na imprensa e no site da Faperp no dia 20 de outubro. Veja abaixo um resumo dos cargos oferecidos, salários e inscrições para os concursos públicos da Prefeitura de Araras.

Nível Alfabetizado

Servente (Masculino) e Servente (Feminino).

Nível Fundamental

Agente Comunitário de Saúde, Agente de Combate à Endemias, Eletricista de Autos, Encanador, Funileiro, Mecânico de Manutenção (de veículos) e Pedreiro.

Nível Médio

Auxiliar de Enfermagem, Técnico de Imobilização e Técnico em Nutrição.

Nível Superior

Farmacêutico, Psicólogo, Terapeuta Ocupacional, Fonoaudiólogo, Engenheiro de Segurança do Trabalho, Dentista - PSF e Nutricionista

Salário

Salários de R$ 578,00 até R$ 2.030,00

Inscrição (somente pela internet)

Período das 9h desta quinta-feira 24/09/2009 até as 23h59 do dia 13/10/2009 no endereço www.faperp.org.br/araras

Taxa de inscrição

Nível Alfabetizado: ISENTO
Nível Fundamental: R$ 18,00
Nível Médio: R$ 20,00
Nível Superior: R$ 39,00

Limites da Terra

24/9/2009
Agência FAPESP – Identificar e quantificar os limites da Terra que não podem ser transgredidos ajudaria a evitar que as atividades humanas continuem causando mudanças ambientais inaceitáveis. A afirmação, de um grupo internacional de cientistas, está em artigo destacado na edição desta quinta-feira (24/9) da revista Nature.
Segundo eles, a humanidade deve permanecer dentro dessas fronteiras para os processos essenciais do sistema terrestre se quiser evitar alterações ambientais de dimensões catastróficas. Esses limites representariam os espaços seguros para a ação e para a vida humana.
O conceito de limites (ou fronteiras) planetários representa um novo modelo para medir as agressões ao planeta e define espaços seguros para a existência humana. Seguros tanto para o sistema terrestre como para o próprio homem, por consequência.
Johan Rockström, da Universidade de Estocolmo, na Suécia, e colegas sugerem nove processos sistêmicos principais para esses limites: mudanças climáticas; acidificação dos oceanos; interferência nos ciclos globais de nitrogênio e de fósforo; uso de água potável; alterações no uso do solo; carga de aerossóis atmosféricos; poluição química; e a taxa de perda da biodiversidade, tanto terrestre como marinha.
Para três desses limites da ação humana – ciclo do nitrogênio, perda da biodiversidade e mudanças climáticas –, os autores do artigo argumentam que a fronteira aceitável já foi atravessada. Afirmam também que a humanidade está rapidamente se aproximando dos limites no uso de água, na conversão de florestas e de outros ecossistemas naturais para uso agropecuário, na acidificação oceânica e no ciclo de fósforo.
O estudo dá números para esses limites. Para o ciclo do nitrogênio, por exemplo, antes da Revolução Industrial a quantidade de nitrogênio removido da atmosfera para uso humano era zero. O limite estabelecido pelo estudo é de 35 milhões de toneladas por ano. Parece muito, mas os valores atuais são de 121 milhões, mais de três vezes além do limite aceitável.
A taxa de perda de biodiversidade, calculada em número de espécies extintas por milhão de espécies por ano era de 0,1 a 1 até o início da era industrial. O limite proposto pelo estudo é de 35, mas o valor atual passou de 100.
O consumo de água potável por humanos era de 415 quilômetros cúbicos por ano antes da Revolução Industrial. Hoje, chegou a 2.600, perigosamente próximo ao limite sugerido de 4.000 quilômetros cúbicos por ano.
Os pesquisadores destacam a necessidade de se estabelecer os limites também para a emissão de aerossóis atmosféricos e de poluição química, apesar de não haver, atualmente, dados suficientes para tal definição.
Transgredir uma única dessas fronteiras planetárias por um tempo demasiadamente longo é o suficiente, argumentam, para promover alterações ambientais “abruptas e inaceitáveis que serão muito danosas ou até mesmo catastróficas à sociedade”. Além disso, quando um limite é derrubado, os níveis de segurança dos outros processos acabam sendo seriamente afetados.
“Embora a Terra tenha passado por muitos períodos de alterações ambientais importantes, o ambiente planetário tem se mantido estável pelos últimos 10 mil anos. Esse período de estabilidade – que os geólogos chamam de Holoceno – viu civilizações surgirem, se desenvolverem e florescerem. Mas tal estabilidade pode estar em risco”, descrevem os autores.
“Desde a Revolução Industrial, um novo período surgiu, o Antropoceno, no qual as ações humanas se tornaram o principal condutor das mudanças ambientais globais”, destacam. Segundo os pesquisadores, se não fosse a pressão promovida pelo homem, o Holoceno continuaria ainda por muitos milhares de anos.
O artigo A safe operating space for humanity, de Johan Rockström e outros, pode ser lido por assinantes da Nature em http://www.nature.com/.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Emeief Dona Rosa Padula Zurita realiza exposição sobre Meio Ambiente

Emeief Dona Rosa Padula Zurita realiza exposição sobre Meio Ambiente
Evento conta com brinquedos de materiais recicláveis confeccionados pelos próprios alunos

A Emeief Dona Rosa Padula Zurita, do Bairro São Benedito, realizou neste sábado (19) uma exposição com o tema: Meio Ambiente. Na exposição, foram apresentados brinquedos de materiais recicláveis, confeccionados pelos próprios alunos.

De acordo com a diretora da escola, Márcia Helena Bonine Vechin, durante todo o mês de setembro, os alunos de 3 a 6 anos realizaram trabalhos sobre Meio Ambiente e Primavera e a propostas deste ano, foi realmente a confecção dos brinquedos, já que mostra a importância de reaproveitar os materiais recicláveis.

“Os pais dos alunos também foram convidados a participar do evento e gostaram da iniciativa, inclusive recebemos vários elogios e após a exposição, os alunos puderam levar os brinquedos para casa”, comentou a diretora.

No próximo sábado (26), a escola também prepara a Festa da Família com realização de atividades com os pais. “Além de conscientizar as crianças, o nosso objetivo também é atrair participação dos pais na escola”, finalizou Márcia.

Professores de Araras visitam Programa Criança Ecológica

Professores de Araras visitam Programa Criança Ecológica
Visita é o primeiro passo para implantar o tema meio ambiente nas escolas da rede municipal

Pelo menos 15 professores e 15 coordenadores da rede municipal de ensino visitam nesta quarta-feira (22), o espaço interativo do Programa Criança Ecológica, no Parque Villa-Lobos, em São Paulo.

O Programa Criança Ecológica é uma proposta inovadora de educação ambiental do Governo do Estado e visa sensibilizar as crianças e despertar nelas atitudes capazes de contribuir com a melhoria da qualidade de vida e do meio ambiente.

Nesse local, as crianças participam de atividades divertidas e educativas para aprender mais sobre a água, fauna, flora, poluição, aquecimento global e importância de proteger o meio ambiente.

A visita ao programa é uma iniciativa é do Departamento do Meio Ambiente de Araras e da Secretaria Municipal de Educação e de acordo com a secretaria Municipal de Educação, Rose Mudnutti, é o primeiro passo para implantar o tema Meio Ambiente nas escolas da rede municipal de Araras. “A princípio, vamos trabalhar com alunos de 5º ano (antiga 4ª série), mas futuramente também pretendemos expandir para toda a rede”, enfatizou.

“Na outra quarta-feira (29), mais 15 professores e 15 coordenadores também estarão visitando o programa”, disse a diretora de Educação de Educação Ecológica, Marilza Franco.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Conferência do Meio Ambiente ficará marcada na história, diz prefeito

Conferência do Meio Ambiente ficará marcada na história, diz prefeito
Minuta com Código de Arborização e carta conclusiva da conferência devem ser encaminhadas à Câmara

O prefeito Dr. Nelson Dimas Brambilla afirmou durante a cerimônia de encerramento da 1ª Conferência Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade, realizada entre quinta-feira (17) e sábado (19) na Unar – Centro Universitário “Dr. Edmundo Ulson”, que o evento ficará marcado na história.

Durante seu discurso, Dr. Brambilla foi enfático em dizer que a Conferência deu exemplos claros de como a sociedade pode se mobilizar e se organizar, independente de sigla partidária, para construir uma cidade melhor. “Realmente a nossa sociedade está de parabéns. À exemplo do Orçamento Participativo, nasce aqui nesta conferência uma nova forma de governar, com a participação popular que vai ficar na história de Araras”, ressaltou o prefeito.

Dr. Brambilla afirmou que o Meio Ambiente é uma das principais bandeiras de sua administração. “O meu governo tem um compromisso com o Meio Ambiente e queremos trabalhar junto com a sociedade. Não há mais tempo a perder. Temos que criar ações efetivas para preservar o meio ambiente e assim, poder garantir o futuro das nossos filhos e netos”, completou o prefeito.

Durante os três dias, oito grupos de trabalho debateram sobre Construção Ecossustentável, Recursos Hídricos – Mananciais, Gerenciamento de Resíduos e Efluentes, Cobertura Florestal, Educação Ambiental, Diagnóstico Ambiental, Gestão Ambiental Rural e Gestão Ambiental Urbana. Desses debates resultou uma carta conclusiva de responsabilidade socioambientel que será referendada pelo Comdema – Conselho Municipal do Meio Ambiente e encaminhada nos próximos dias para Câmara e Prefeitura apontando as diretrizes e ações que o município deve seguir para garantir melhor qualidade de vida e preservação do meio ambiente na cidade.

Também ficaram definidas como ações efetivas que serão encaminhadas ao Poder Legislativo duas minutas, sendo uma do Código de Arborização Urbana e a outra do Meio Ambiente, para a criação de Câmaras Técnicas, inclusive com a participação de instituições de ensino que tem interesse de amadurecimento de idéias e propostas.

O presidente da Câmara, Derci Tófolo enfatizou que o grande idealizador da Conferência foi Dr. Brambilla e que ele apenas deu continuidade ao trabalho, começado pelo atual prefeito. “Mas quero dizer que estamos juntos nessa luta, que visa a melhoria da qualidade de vida e estamos engajados para buscarmos recursos dos governos estadual e federal, para tornarmos muitos sonhos em realidade”, finalizou Tófolo.

Camila Ripp Braga / Secom

Cerimônia de encerramento da 1ª Conferência Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade.

Dia da Árvore é comemorado com plantio de 210 mudas

Dia da Árvore é comemorado com plantio de 210 mudas
Alunos e prefeito participam da ação realizada nas margens da represa

O Dia Nacional da Árvore foi comemorado em Araras com o plantio de 210 mudas nas margens da nova represa João Ometto Sobrinho, localizada na Fazenda Água Boa e contou com a participação do prefeito Dr. Nelson Dimas Brambilla e alunos rede municipal de ensino.

O evento foi realizado pelo Saema – Serviço de Água, Esgoto e Meio Ambiente de Araras em parceria com a Secretaria de Educação e Centro Universitário Hermínio Ometto (Uniararas).

A plantação das 210 mudas é início da concretização do convênio realizado em junho deste ano com a Fecuma - Fundação Educacional e Cultural do Meio Ambiente “Elvira Guarda Mascarim”, de Piracicaba que atua na região em parceria com a ONG SOS Mata Atlântica.

Com o convênio Araras vai adquirir gratuitamente 98 mil mudas de mata nativa para colocar no entorno nova represa. A fundação ficará responsável em produzir as mudas, preparar a terra, fazer a manutenção e monitorar a área por cinco anos. Será realizado um cinturão verde de 100 metros de largura em torno da represa, que visa garantir bioversidade do local e atender uma legislação específica. “Essa arborização também será uma barreira para bloquear os agrodóxicos produzido nos canaviais, evitando que eles cheguem até a água”, comentou Fabiana Guirardin, chefe de Viveriro e Reflorestamento do Saema.

Participaram do evento, alunos das escolas municipais Adalgisa Perim Balestro Franzini, Thereza Colette Ometto, Profa Antonia Marques Dahmen, Joel Job Fachini e Julio Ridolfo.

Segundo a secretária de Educação, Rose Mudnutti, além de falar em preservação é preciso também reconstruir o Meio Ambiente e uma dessas formas é o reflorestamento, recuperando o que já foi destruído pelo homem . “Por isso, na minha opinião, essa ação em torno da represa representa de forma prática e efetiva de recuperar o Meio Ambiente”.

Dr. Brambilla também fez questão em dizer que é um prefeito preocupado com o Meio Ambiente e tem certeza que o melhor caminho é por meio da educação. “Esse é um fato marcante não só para administração, mas também para esses alunos, que estão participando dessa história. São atitudes como essa que vão fazer diferença para o nosso futuro”, finalizou.

sábado, 19 de setembro de 2009

Conferência reúne mais de 400 pessoas na abertura

Conferência reúne mais de 400 pessoas na abertura
Prefeito pretende criar a Secretaria do Meio Ambiente em Araras

A abertura da 1ª Conferência Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade realizada pela Câmara Municipal com o apoio da Prefeitura e Saema – Serviço de Água, Esgoto e Meio Ambiente – reuniu mais de 400 pessoas na manhã desta quinta-feira (17), na Unar – Centro Universitário “Dr. Edmundo Ulson”.
Entre os presentes, estavam várias autoridades, como o prefeito e idealizador do evento, Dr. Nelson Dimas Brambilla, o ararense e secretário de Meio Ambiente do Estado de São Paulo, Francisco Graziano Neto, secretários, vereadores, educadores e alunos.

Para o prefeito Dr. Nelson Dimas Brambilla, Araras inicia nesta conferência um novo paradigma sobre a questão do ambiente e da sustentabilidade. “É um fato a ser celebrado porque o tema deve consolidar seu espaço e atenção que merece, não apenas por parte do poder público, mas de toda a sociedade”, comentou o prefeito.
Dr. Brambilla também reforçou que em seu governo, a questão ambiental terá amplo e significativo espaço e um dos seus objetivos é criar a Secretaria de Meio Ambiente em Araras. “Não temos mais tempo a perder, temos que sair do discurso e partir para a prática criando políticas públicas e esse é o meu compromisso”.


Na opinião do prefeito, a idéia de desenvolvimento sustentável deve ser alcançada e consolidada o mais breve possível, para que os interesses econômicos possam ser explorados em harmonia com os interesses ambientais. “É isso que vai garantir a sobrevivência humana e de todos os seres vivos, o que quer dizer todo o planeta”, completou.


O secretário Francisco Graziano também falou sobre as ações que estão sendo feitas no Estado para reduzir o impacto ao Meio Ambiente como o Município Verde e Azul e também reafirmou que já está na hora de começar criar ações práticas de gestão, para garantir o futuro do nosso planeta. “E isso não depende apenas de São Paulo ou Brasília, mas de toda sociedade, e eu ficou feliz porque vejo nessa conferência muitas pessoas envolvidas e preocupadas com esta questão. Esse é o caminho”, reiterou o secretário.


A conferência continua nesta sexta-feira (17) e no sábado (18), com vários debates, palestras e oficinas de trabalho. Os principais temas da Conferência são a definição da Agenda 21 do município, a criação do Código Ambiental de Araras e a obtenção do selo Município Verde. Veja a programação completa no site do site www.uniararas.br/cambiental.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

reformulação do Estatuto do Magistério

Dr. Brambilla começa a discutir reformulação do Estatuto do Magistério
‘Como prefeito, quero mostrar o valor dos professores nos pilares da Educação’

O prefeito Dr. Nelson Dimas Brambilla se reuniu nesta quarta-feira (16) com a secretária municipal de Educação, Rose Mudnutti para iniciar a discussão da reformulação do Estatuto do Magistério e do Plano de Carreira.

Também participaram da reunião realizada na Secretaria de Educação, o professor e vereador Léo Teodoro Gurnhak e um representante de cada escola municipal, eleitos por seus companheiros de trabalho dentro das unidades de ensino.

Em todas as reuniões e evento que o prefeito participa com os professores, ele sempre deixou claro seu desejo de rever o Estatuto do Magistério e o Plano de Carreira, para garantir melhores condições de trabalho e a valorização dos funcionários na Educação e consequentemente, uma melhor qualidade no ensino.

Para o Dr. Brambilla, a reunião foi importante para dar início a reformulação da Educação que ele pretende realizar em Araras. “Como prefeito, quero mostrar o valor dos professores nos pilares da Educação. São eles que vivem a educação no seu dia-a-dia e sonham para que Araras seja um pólo Educacional”, comentou Dr. Brambilla.

O vereador Léo também reforçou o valor de cada escola ter sua representatividade nesta reuniões, que deverão acontecer semanalmente.

1ª Conferência Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade - Evento organizado pela Câmara tem apoio do Departamento de Meio Ambiente do Saema

1ª Conferência Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade começa nesta quinta
Evento organizado pela Câmara tem apoio do Departamento de Meio Ambiente do Saema

O Saema – Serviço de Água, Esgoto e Meio Ambiente de Araras -, através do seu Departamento de Meio Ambiente, participa nesta quinta, sexta e sábado (17 a 19), da 1ª Conferência Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade. O evento organizado pela Câmara Municipal acontece na Unar e tem como objetivos a definição da Agenda 21, a criação do Código Ambiental de Araras e a obtenção do selo Município Verde.

O prefeito Dr. Nelson Dimas Brambilla, enquanto atuava como presidente da Câmara Municipal, foi o idealizador da conferência e deu início as primeiras reuniões para a formatação do evento. “A conferência deve gerar respostas precisas diante da ameaça de pensamentos que, infelizmente, buscam o desenvolvimento econômico, sem o menor controle ambiental”, comentou o prefeito.

Na conferência, haverá espaço para discussão de grupos de trabalho e apresentação de documentos comprometidos com a transformação ambiental. O Departamento de Meio Ambiente do Saema vai participar de alguns grupos de trabalho e trará para a conferência um representante do Ministério do Meio Ambiente, com o intuito de tratar da Gestão de Resíduos Sólidos e Efluentes, e da Exposição Itinerante da Secretaria de Estado do Meio Ambiente, denominada “Resíduos Sólidos”, que permanecerá no local todos os dias do evento.

A programação, notícias, objetivos, legislação, parceiros e o link para inscrições podem ser acessados através do site www.uniararas.br/cambiental.

Camila Ripp Braga / Secom

Dr. Nelson Dimas Brambilla foi o idealizador da conferência.


quarta-feira, 16 de setembro de 2009

1ª Conferência Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade

PROGRAMAÇÃO


LOCAL DO EVENTO

Unar - Centro Universitário "Dr. Edmundo Ulson"
Av. Ernani Lacerda de Oliveira, 100 - Jd. Cândida

Como chegar? Clique aqui

PROGRAMAÇÃO

Quinta-feira | 17 de Setembro

8 horas Início das inscrições e entrega dos credenciamentos (crachás e bolsas)
9 horas Abertura
Leitura do Regimento Interno e discurso das autoridades:
 Presidente do Condema – Conselho de Defesa do Meio Ambiente
 Presidente da Câmara de Araras
 Prefeito de Araras
9h30 Plenária: municipalização da gestão ambiental
Apresentação Francisco Graziano Neto – Secretário de Meio Ambiente
10h30 Coffee break com apresentação cultural
10h50 Mesa de debates com os temas:
 Plano de Bacias
 Meio Ambiente e o Plano Diretor Municipal
12 horas Almoço
14 horas Inícios das discussões nos Grupos de Trabalho
 Construção Ecossustentável
 Recursos Hídricos (mananciais)
 Gerenciamento de Resíduos e Efluentes
 Cobertura Florestal
15h30 Coffee break com apresentação cultural
17 horas Encerramento das atividades do 1º dia

Sexta-feira | 18 de Setembro

8h30 Plenária: Vicente Andreu Guillo
Secretário de Recursos Hídricos e Meio Ambiente Urbano
Ministério do Meio Ambiente
9h30 Coffee break com apresentação cultural
10 horas Mesa de debates com os temas:
 Aterro Sanitário Municipal
 Compromisso das Indústrias no tratamento de resíduos
 Agricultura Sustentável
12 horas Almoço
14 horas Inícios das discussões nos Grupos de Trabalho
 Educação Ambiental
 Diagnóstico Ambiental
 Gestão Ambiental Rural
 Gestão Ambiental Urbana
15h30 Coffee break com apresentação cultural
17 horas Encerramento das atividades do 2º dia

Sábado | 19 de Setembro

8h30 Plenária final
Mesa com os coordenadores de cada Grupo de Trabalho
 Apresentação dos relatórios finais pelos Grupos de Trabalho;
 Hierarquização das propostas de diretrizes elaboradas pelos grupos;
 Apreciação e deliberação das moções;
 Votação pela Plenária; e
 Referendo dos coordenadores de cada Grupo de Trabalho;
9h30 Coffee break com apresentação cultural
11 horas Encerramento da Conferência com discurso das autoridades:
 Presidente do Condema – Conselho de Defesa do Meio Ambiente
 Presidente da Câmara de Araras
 Prefeito de Araras

Segunda-feira | 21 de Setembro – Dia da Árvore

9 horas Plantio de Árvores nas margens da represa Água Boa com alunos da Rede Municipal de Ensino
 Parceria com a SOS Mata Atlântica
 200 mudas
 Início do reflorestamento nas margens da represa

GRUPOS DE TRABALHO

GT 1 – Construção Ecossustentável

Coordenação: Prof. Dr. Hélio Dias da Silva – Unar
Participantes: Prof. Dr. Marcelo Romero (FAUSP),
Prof. Dr. Carlos Leite (Mackenzie),
Prof. Ms. André Luiz Queiroz Blanco (UNAR) – confirmado
Temas: Edificações Verdes (Green Building): um caminho adequado para a sustentabilidade? A certificação LEED do Green Building
Arquitetura Eco-sustentável
Soluções e alternativas; energia solar, bioenergia, biomassa.

GT 2 – Recursos Hídricos - Mananciais

Coordenação: Eng. Evandro Gaiad Fischer - Cetesb
Participantes: Profª Dra. Adriana Cavalieri Sais
Profª Dra. Sâmia Maria Tauk Tornisielo (Unesp)
Temas: Plano Nacional e Local de Recursos Hídricos; cobrança da água; Pacto das Águas, recuperação do Rio Mogi Guaçu; preservação e recuperação dos mananciais e nascentes.

GT 3 – Gerenciamento de Resíduos e Efluentes

Coordenação: Carlos Cerri Junior - Saema
Participantes: Eng. Civil José Antonio Tordato (Cetesb)
Temas: Lixo mínimo, coleta seletiva, reciclagem, gerenciamento dos resíduos; bolsa de resíduos, princípios do poluidor-pagador, usuário-pagador e produção mais limpa; plano municipal de resíduos sólidos, diagnóstico Araras e regional; situação da bacia Mogi Guaçu, prazo para programa saneamento 100%.

GT 4 – Cobertura Florestal

Coordenação: Subt. Wanderlein Geraldo Junior – PM Ambiental
Participantes: Cap. PM Marcos Aurélio Venâncio
Prof. Dr. Ricardo Ribeiro Rodrigues (Esalq)
Eng. Raul de Barros Winter
Temas: Legislação Ambiental voltada à Flora. Arborização urbana, legislação local, código de postura, IPTU Verde, espécies adequadas.

GT 5 – Educação Ambiental

Coordenação: Profª. Elisabeth Carvalho Cilindri - Sec. Educação
Participantes: Prof. Dr. José Antonio Mendes (Uniararas)
Profª Júlia Salvador Martins
Profª Ms. Torreão Correa da Silva Thiemann
Temas: Educação e Meio Ambiente: conhecimento, transformação e sustentabilidade. Paradigmas para os professores utilizarem em sala de aula.

GT 6 – Diagnóstico Ambiental

Coordenação: Prof. Heitor Siqueira Sayeg - Uniararas
Participantes: Raul de Barros Winter
Eng. Agrônomo José Maria Baptista de Souza
Prof. Dr. Olavo Raymundo – Uniararas
Temas: Panorama Ambiental do município: quadro atual da situação ambiental; condição dos mananciais e matas ciliares; histórico do manejo do campo.
Aspectos Ambientais relacionados ao perfil econômico-produtivo de Araras;
Identificação dos Principais Riscos Ambientais relacionados ao modo de vida e produção de Araras. Hierarquização por ordem de periculosidade;

GT 7 – Gestão Ambiental Rural

Coordenação: Prof. Dr. Manoel Baltasar Batista da Costa - UFSCar
Participantes: Prof. Dr. Carlos Armênio Khatounian (Esalq)
Prof. Dr. Abelardo Gonçalves Pinotti (Cati)
Temas: Manejo sustentável dos recursos naturais (solo, flora, água e fauna) nos territórios rurais; Produção de alimentos de elevado valor biológico e isentos de agrotóxicos; Autosuficiência alimentar municipal; Valorização da agricultura familiar.

GT 8 – Gestão Ambiental Urbana

Coordenação: Profª Dra. Roseana Corrêa Grilo - Unar
Participantes: Profª Dra. Sâmia Maria Tauk Tornisielo (Unesp)
Prof. Dra. Sandra Elisa Contri Pitton (Unesp)
Temas: Problemas Ambientais Urbanos: qualidade ambiental e de vida
Cidades Sustentáveis
Usos e abusos do território: urbanização, qualidade ambiental, rumo ao desenvolvimento sustentável?
Crédito de carbono, gestão para recuperação e tratamento de água; descontaminação do solo, impermeabilização do solo, poluição sonora, recuperação da paisagem, incentivos fiscais, campanhas de conscientização.

Dr. Brambilla participa da 1ª Conferência do Meio Ambiente

Dr. Brambilla participa da 1ª Conferência do Meio Ambiente
Evento acontece na Unar a partir desta quinta-feira

O prefeito Dr. Nelson Dimas Brambilla participa da 1ª Conferência do Meio Ambiente e Sustentabilidade, que será realizada entre quinta-feira (17) e sábado (19) na Unar – Centro Universitário “Dr. Edmundo Ulson”, em Araras. Dr. Brambilla foi o idealizador do evento, enquanto atuava como presidente da Câmara Municipal e deu início as primeiras reuniões de formatação da conferência.

Além do ararense e secretário de Meio Ambiente do Estado de São Paulo Francisco Graziano Neto, o prefeito também fará pronunciamento na abertura da conferência, que tem como principal objetivo discutir o diagnóstico ambiental do município, prospecção do cenário ambiental para 2020 e debater sobre a agenda 21 de Araras, plano de ações ambientais, legitimação do Comdema - Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente de Araras, responsabilidade compartilhada, Protocolo Verde (Município Verde) e instituir o Prêmio Cidade Verde - empresas, entidades e personalidades. “A conferência deve gerar respostas precisas diante da ameaça de pensamentos que infelizmente busca o desenvolvimento econômico, sem o menor controle ambiental”, comentou o prefeito.

Quando decidiu promover a conferência, a intenção do prefeito foi de tanto discutir idéias, como criar no município um cronograma com propostas de trabalho para implementação de ações efetivas de preservação do meio ambiente no município. “Não podemos mais falar em desenvolvimento sem pensar em sustentabilidade com a preservação do meio ambiente”, enfatizou Dr. Brambilla.

A conferência está sendo organizada pela Câmara e representantes das secretarias municipais de Educação, Assuntos Jurídicos e de Ação Cultural e Cidadania, Saema – Serviço de Água, Esgoto e Meio Ambiente do Município de Araras; Secretaria de Estado do Meio Ambiente; Cetesb - Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental; CBH-Mogi – Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Mogi. Também faz parte da organização Unar, Uniararas, UFSCar e Escola Alberto Feres, APPA – Associação de Preservação e Proteção Ambiental, AJA – Associação Jequitibá de Agroecologia, Associação de Imprensa de Araras e Câmara Jovem.

Silvio Domingos / Secom